Pessoas físicas e jurídicas podem apoiar os projetos da AGPS, com benefícios previstos em lei para empresas patrocinadoras.
A maioria das instituições do terceiro setor opera sob uma lógica que poucos questionam: voluntariado, doações sem retorno visível e recursos que desaparecem sem gerar riqueza local. A AGPS opera com uma lógica diferente.
Cada contratação que fazemos, cada empresa parceira, cada material comprado — tudo isso gera emprego, renda e movimento na economia local. Desenvolvimento social não é só assistência. É trabalho com remuneração digna. É dinheiro circulando onde as pessoas vivem.
Uma parte desproporcional do que você paga em impostos federais vai para Brasília — e raramente volta. Veja quanto cada estado recebe de volta em transferências da União a cada R$ 100 arrecadados, segundo dados oficiais do governo federal.
Estados agrupados por região. Passe o mouse sobre cada fatia para ver quanto o estado pagou à União e quanto recebeu de volta em 2021. O Rio Grande do Sul aparece com contorno destacado.
Retorno = total de transferências obrigatórias e discricionárias da União ao governo estadual, dividido pelo total arrecadado no estado — ano de 2021 (mais recente com as duas séries completas). Não inclui gasto federal direto no estado (servidores, INSS, obras federais); a arrecadação é contada onde a empresa tem sede, não necessariamente onde a atividade ocorre. Cálculo da AGPS a partir de duas fontes oficiais:
Receita Federal — Arrecadação por Estado ·
Tesouro Nacional — Transferências da União, Total por Estado
| Estado | Paga à União (R$) | Recebe de volta (R$) | Por R$100 arrecadados |
|---|
A conclusão é clara: os estados que mais trabalham, produzem e arrecadam são os que menos recebem de volta em transferências. Não se trata de culpar nenhuma região — trata-se de entender que quem vive em um estado produtor precisa cuidar da própria economia local, porque o retorno federal não faz isso por você.
Fundo perdido: doe via PIX ou transferência bancária, no valor que puder.
Sem benefício fiscal: a doação de pessoa física é sempre a fundo perdido e não gera dedução no imposto de renda.
Receba recibo de doação emitido pela AGPS.
Escolha apoiar um projeto específico ou a manutenção institucional.
Pró-Esporte RS: isenção de até 100% do ICMS patrocinado, mais 10% de contrapartida obrigatória da empresa patrocinadora ao fundo social (não dedutível). Patrocínio e projeto precisam de aprovação prévia do Estado.
Empresa do Lucro Real: doação incentivada e dedutível, dentro do limite de 2% do lucro operacional, com benefício concedido exclusivamente pela AGPS. Preencher o cadastro da empresa.
MEI, Simples Nacional e Lucro Presumido: doação a fundo perdido, sem benefício fiscal, igualmente bem-vinda, com sua marca divulgada nos canais e materiais da AGPS.
Visibilidade institucional: logo em uniformes, materiais esportivos, mídias sociais e site.
Quando você doa para a AGPS, o dinheiro fica aqui. Contrata aqui. Compra aqui. Circula aqui.
De acordo com o enquadramento fiscal da sua empresa, a AGPS pode receber patrocínio por duas vias.
Empresas tributadas pelo ICMS no Rio Grande do Sul podem destinar parte do imposto devido a projetos esportivos sociais previamente aprovados pelo Estado, como os da AGPS, com isenção fiscal de até 100% do valor patrocinado — mais 10% de contrapartida obrigatória, paga pela empresa patrocinadora ao fundo social do Estado (não dedutível do ICMS).
Empresas enquadradas no regime de Lucro Real podem abater até 100% do Imposto de Renda destinado, dentro do limite de 2% do lucro operacional — sem exigência de contrapartida financeira.